Seringal Guapimirim 2017

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Ciclo da borracha

História

No final do século XIX, o auge da economia cafeeira no Sudeste Brasileiro concluiu com a expansão de outro produto que deu ao Brasil a supremacia no mercado mundial: A borracha. No norte do País, a extração do látex das seringueiras da Floresta Amazônica atraiu dezenas de milhares de migrantes e o interesse de grandes companhias extrativistas, em especial européias e norte-americanas. A economia cresceu rapidamente até o final do século e Manaus, capital do estado do Amazonas, ganhou ares europeus, expressos em sua arquitetura e, em especial, no que veio a ser o símbolo da riqueza do período: o Teatro Amazonas.

Nas primeiras décadas do século XX, com a concorrência da borracha asiática, a borracha amazônica perdeu mercado e a economia regional entrou em rápido declínio, voltando a recuperar-se apenas em meados do século XX, a partir de iniciativas do Governo Federal.

O reflexo desse período de prosperidade encontra-se em monumentos de Manaus, como o Teatro Amazonas, inaugurado em 1896. Construído com materiais e artistas trazidos da Europa, sua nave central, em formato de harpa, tem capacidade para cerca de 640 pessoas na platéia. Em 1965 foi declarado patrimônio Nacional e, em 1996, foi reinaugurado depois de ampla reforma. A cidade também preserva verdadeiras réplicas de edificações inglesas, como o dique flutuante do porto e seus edifícios adjacentes. Já o Palácio de Justiça possui traços da arquitetura francesa. Muitas construções, como o Mercado Municipal, sofreram influência do estilo Art Nouveau. Outro exemplo de arquitetura de época é o Palácio Rio Negro, antiga sede do Governo Estadual.

 
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